quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Medo.


O céu está caindo sobre a minha cabeça, literalmente.
Cada vez mais forte, forte e venta e fica frio.
Tudo escuro e os medos entram rastejando pelos corredores da casa, o silêncio permanece intocável e a noite escura.
Ouve-se um estrondo! Era só a porta batendo, o vento está forte e faz tudo se mover.
Ao longe escuto o badalar dos sinos que, balançam e tocam a musica esperada por muitos há muito tempo.
Pessoas se refugiam onde podem, umas perto das outras, e o céu continua a cair, violentamente sobre a terra, e o vento canta fortemente sobre os prédios.
Do céu uma luz e em seguida um estrondo, o céu reclama, briga e chora. O vento tenta o acalmar, mas ele se desespera.
O céu chora e faz a terra chorar. O frio e o vento invadem as casas procurando, tentando de algum jeito achar algo para acalmá-lo. Impossível, ele não consegue parar de chorar.


E é assim, o frio e o vento invadem as casas em busca de ajuda, os homem buscam o medo para se proteger, e quando a chuva se acalmar o medo não vai embora, ele é um hospedeiro insistente, o convide a entrar uma vez ele não sairá nem tão cedo.

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